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18 de fev. de 2016
LUA NOS SIGNOS EM 2016
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Vivendo a Arte,
Zoodíaco
19 de mai. de 2015
TABELA DA LUA NOS SIGNOS EM 2015
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Visão Mágica,
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Zoodíaco
17 de abr. de 2015
ABRIL - LUA DAS VOZES DO MUNDO
É a hora de ouvir as "vozes do mundo".
Esse processo pode ser
um pouco doloroso, pois nem sempre ouvimos aquilo que nos agrada.
Mas a verdadeira sabedoria está
em lidar serenamente com as adversidades que se apresentam, com plena
consciência de que elas serão superadas no momento certo.
Para entrar em
sintonia com essa Lua, trabalhe sua tranqüilidade interior.
Ao longo de todo
mês consuma chás, verduras e temperos calmantes à base de melissa, erva-cidreira, camomila manjericão, alface ou folhas de maracujá
E abra seu coração para este momento, sem qualquer temor:
aprendemos com as dificuldades, quando se manifestam coisas boas, sentimos uma deliciosa felicidade.
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Vivendo a Arte
12 de abr. de 2015
HO'OPONOPONO
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Musicando a Arte,
Vivendo a Arte
31 de mar. de 2015
O DOM DA MAGIA
Dom, ou vocação, é a tendência nata a um indivíduo, aquela
que independe de sua vontade, que, em alguns casos a pessoa nem quer ter, mas
tem... Não é simplesmente curiosidade ou vontade de ser, ter ou fazer algo, mas
ser, ter ou fazer sem nem saber como ou porque. Não é aquilo que se treina ou
força para fazer, como um condicionamento profissional, mas a essência natural
do indivíduo, que brota de maneira espontânea e sem interferência da
razão. Por ex.: Um poeta tem como dom a
poesia e isso vem da sua alma, não há como forçar a sensibilidade necessária
para a escrita. Este mesmo poeta pode ser treinado para desenvolver uma
atividade profissional e isso não será um dom, mas condicionamento, por vontade
própria ou alheia.
Com relação à Magia, creio que como a poesia para quem não é
poeta, não adianta forçar a magia se não tiver dom: não haverá resultado ou não
será satisfatório.
De uns tempos para cá virou moda ser bruxa (o). Todo mundo
quer ser por achar bonito ou transgressor, mas não adianta forçar porque
independe da vontade (aliás, confesso que se dependesse da minha vontade não
seria bruxa porque, com certeza, minha vida teria sido muito mais fácil até
hoje). Fazer um feitiço copiado de um papel é fácil, todos podem fazer, mas o
feeling para sentir o feitiço a ser feito é o que faz a diferença e isso não é
para qualquer um. Pra quem tem o dom, a própria intuição diz o que fazer
(muitas vezes não é exatamente o que está no papel) e não tem erro, enquanto
para quem força, nada dá certo nem copiando fielmente o que está escrito.
Sem contar que magia, ao menos em minha opinião, não é só
fazer feitiço. É um modo de viver, que somente consegue quem tem o dom. Um
exemplo: quem não gosta de mato, desculpa, mas não tem o dom pra magia. Não há
nada mais artificial do que uma bruxa urbana que não suporta ir pro mato porque
não quer ser picada por pernilongo ou não quer ter um canteiro de plantas no
quintal para não ter trabalho. Como a criatura vai escolher as ervas para suas
poções¿ Uma bruxa sente qual planta usar, não se limita a copiar receita pronta.
Não se explica como ela sabe, parece que a planta a guia ou se apresenta para o
processo e isso faz parte da magia (talvez essa seja a verdadeira magia), que
apenas quem tem o dom consegue sentir e executar.
Marcadores:
Pensando,
VIDA DE BRUXA,
Vivendo a Arte
19 de mar. de 2015
SABATHS
Na postagem Esbaths conhecemos os festivais ligados à Lua e mais voltados à Deusa.
Os Sabaths são aqueles relacionados ao ciclo do Sol,intimamente ligados ao que chamamos de “A Roda do Ano”, uma representação a nível cosmológico das crenças em um ciclo de nascimento, vida, morte e renascimento, considerando, também, o ciclo das colheitas, estações do ano e fases da Lua.
As
principais são as festividades Solares ligadas astronomicamente aos Solstícios
e os Equinócios, comemorando cada estação do ano:
FESTIVAL HEMISFÉRIO SUL HEMISFÉRIO NORTE
SHAMHAIM 30 DE ABRIL 31 DE OUTUBRO
YULE 21 DE JUNHO 21 DE DEZEMBRO
CANDLEMAS 1 DE AGOSTO 02 DE FEVEREIRO
OSTARA 21 DE SETEMBRO 21 DE MARÇO
BELTANE 31 DE OUTUBRO 30 DE ABRIL
LITHA 21 DE DEZEMBRO 21 DE JUNHO
LAMMAS 02 DE FEVEREIRO 01 DE AGOSTO
MABON 21 DE MARÇO 21 DE SETEMBRO
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ESBATH
A
Praticantes da bruxaria comemoram festejos Solares, expressos nos Sabaths, e celebrações Lunares, expressas
nos Esbaths. Cada período lunar corresponde a uma face/característica da Deusa,
assim como cada período solar corresponde a uma face/característica do Deus.
Sendo que em ambas as práticas os DEUSES são
celebrados em igualdade, apenas simbolicamente os Esbbaths correspondem a Deusa
e os Sabbaths ao Deus.
O período Lunar começa logo após a Lua Negra, com
a chegada da Lua Nova, a primeira representa o aspecto de transformação/morte
da Deusa, onde ela é vista em sua Face de Anciã, já a segunda representa o
aspecto de inovação/nascimento da Deusa, e ela aparece em sua face de Jovem
donzela. Após a Lua Nova a Deusa começa a amadurecer, percorrendo o período da
Lua Crescente como uma Donzela em busca de sua fertilidade e força, as quais
ela conquista no plenilúnio da Lua cheia onde ela torna-se Mãe. Depois ela
começa a caminhar introspectiva pela Lua Minguante para torna-se a sábia Anciã
que morre na Lua Negra, para retornar na Nova em um ciclo continuo de vida,
morte e renascimento.
As influências energéticas provocadas pelo
Magnetismo Lunar, que podem ser percebidas nas marés e ressacas, na menstruação
das fêmeas são uma conseqüência direta desse ciclo de transmutação que ocorre
em cada fase da Lua.
Bruxos e Bruxas conscientes dessa influência interna e externa, celebram há milênios tais mudanças, que hoje são chamados Esbaths
Nos Esbaths da Lua Nova Nova - A criação - é festejado o nascimento, início. Sua cor, normalmente é o branco podendo usar tons claros, como o verde, azul e amarelo claro. Você deve espalhar por todo o local símbolos, imagens ou objetos que lembrem tudo aquilo que você deseja iniciar, seus projetos, suas anotações, desenhos, fotos da casa nova, o currículo. A decoração deve auxiliar em suas reflexões e no envio de suas energias para esse projeto. A prática de rituais é sempre direcionada para o novo.
A Lua Crescente - O amadurecimento - representa um momento muito importante dentro dos esbaths, o amadurecimento das idéias, dos objetivos e do próprio conhecimento. Sua cor, normalmente, é o verde ou o amarelo, cores ligadas a crescimento e abundância, porém você pode incluir outros tons da forma que desejar. Nos rituais, sempre voltados para o crescimento ou amadurecimento de algo, espalhe por todo o local símbolos, imagens ou objetos que lembrem tudo aquilo que deseja por em prática e fazer prosperar e crescer, seus projetos, coisas do trabalho, desenhos dos objetivos, fotos da família e do parceiro(a).
A Lua Cheia - A força - é a fase mais importante dos Esbaths, representando a força e a maturidade total de nossas capacidades mágicas. Nesse momento a Deusa vira a grande Senhora, Mãe de todos os seres, é um período de grande magnetismo, todas as energias aumentam suas vibrações, as percepções sensoriais se tornam mais latentes, é um momento especial para qualquer pagão. Sua cor, normalmente, é o branco ou o negro, cores ligadas à força, poder e maturidade. Nos rituais, voltados para o amadurecimento ou fortalecimento, espalhe pelo local símbolos, imagens ou objetos para onde você deseja enviar toda essa grande força que é gerada na lua Cheia. A decoração deve auxiliar em suas reflexões e no envio de suas energias para o objetivo da celebração.
A Lua Minguante - A morte - representa o período de envelhecimento e morte de todos os seres e coisas, é natural as mulheres menstruarem na lua minguante, pois seu óvulo não fecundado morre e é descartado nesse período. Nesse momento a Deusa percorre os portais até o submundo, ela é a Senhora, a Anciã que em breve será Rainha das transformações. Esse é um período de grande transição, nervosismo, conflitos, dúvidas são características muitos presentes durante a lua minguante. Assim como a Deusa percorre os portais entre os mundos, nós estamos no fim de um ciclo, finalizando por completo projetos e tendo a necessidade de começar a buscar por novos. É também um período de descanso, já que na Lua Cheia muito da energia foi desprendida. Neste Esbath pratica-se rituais de banimento, limpeza, purificação. Sua cor, normalmente, é o marrom, vinho ou o negro, cores ligadas aos términos, a morte, ao envelhecimento. Se quiser você pode utilizar outras cores, desde que não sejam cores muito chamativas ou vivas, como vermelho e laranja.
Lua Negra - A transformação - A Lua Negra corresponde aos 3 últimos dias da Lua minguante. Ela é chamada dessa forma porque nesse momento não somos capazes de enxergar a Lua, ela não reflete o Sol, ela está em seu estado natural, sendo a Sombra. A noite torna-se escura e completamente sombria, negra. É necessário saber que esse não é um período negativo ou impróprio para magias, pelo contrario, é um momento maravilhoso para os trabalhos mágicos, somente é necessário possuir experiência para faze-los. Sua cor, obviamente, é o preto podendo conter tons de roxo. Você deve espalhar por todo o local símbolos, imagens ou objetos que lembrem tudo aquilo que você tem medo, receio ou que de alguma forma prejudica sua liberdade e paz interior. Os rituais são voltados para transformação, especialmente dos medos, para o equilíbrio e controle de todas as forças internas que nos prejudicam. É o ultimo que um inexperiente deve celebrar, pois antes de enfrentar nossos medos, de encarar nossos desequilíbrios, nossos erros e transtornos psicológicos, precisamos conhecer cada um desses problemas profundamente, de forma séria e madura. Precisamos ver de onde eles vêm, o que os alimentam, porque eles se mantêm e porque aumentam.
Bruxos e Bruxas conscientes dessa influência interna e externa, celebram há milênios tais mudanças, que hoje são chamados Esbaths
Nos Esbaths da Lua Nova Nova - A criação - é festejado o nascimento, início. Sua cor, normalmente é o branco podendo usar tons claros, como o verde, azul e amarelo claro. Você deve espalhar por todo o local símbolos, imagens ou objetos que lembrem tudo aquilo que você deseja iniciar, seus projetos, suas anotações, desenhos, fotos da casa nova, o currículo. A decoração deve auxiliar em suas reflexões e no envio de suas energias para esse projeto. A prática de rituais é sempre direcionada para o novo.
A Lua Crescente - O amadurecimento - representa um momento muito importante dentro dos esbaths, o amadurecimento das idéias, dos objetivos e do próprio conhecimento. Sua cor, normalmente, é o verde ou o amarelo, cores ligadas a crescimento e abundância, porém você pode incluir outros tons da forma que desejar. Nos rituais, sempre voltados para o crescimento ou amadurecimento de algo, espalhe por todo o local símbolos, imagens ou objetos que lembrem tudo aquilo que deseja por em prática e fazer prosperar e crescer, seus projetos, coisas do trabalho, desenhos dos objetivos, fotos da família e do parceiro(a).
A Lua Cheia - A força - é a fase mais importante dos Esbaths, representando a força e a maturidade total de nossas capacidades mágicas. Nesse momento a Deusa vira a grande Senhora, Mãe de todos os seres, é um período de grande magnetismo, todas as energias aumentam suas vibrações, as percepções sensoriais se tornam mais latentes, é um momento especial para qualquer pagão. Sua cor, normalmente, é o branco ou o negro, cores ligadas à força, poder e maturidade. Nos rituais, voltados para o amadurecimento ou fortalecimento, espalhe pelo local símbolos, imagens ou objetos para onde você deseja enviar toda essa grande força que é gerada na lua Cheia. A decoração deve auxiliar em suas reflexões e no envio de suas energias para o objetivo da celebração.
A Lua Minguante - A morte - representa o período de envelhecimento e morte de todos os seres e coisas, é natural as mulheres menstruarem na lua minguante, pois seu óvulo não fecundado morre e é descartado nesse período. Nesse momento a Deusa percorre os portais até o submundo, ela é a Senhora, a Anciã que em breve será Rainha das transformações. Esse é um período de grande transição, nervosismo, conflitos, dúvidas são características muitos presentes durante a lua minguante. Assim como a Deusa percorre os portais entre os mundos, nós estamos no fim de um ciclo, finalizando por completo projetos e tendo a necessidade de começar a buscar por novos. É também um período de descanso, já que na Lua Cheia muito da energia foi desprendida. Neste Esbath pratica-se rituais de banimento, limpeza, purificação. Sua cor, normalmente, é o marrom, vinho ou o negro, cores ligadas aos términos, a morte, ao envelhecimento. Se quiser você pode utilizar outras cores, desde que não sejam cores muito chamativas ou vivas, como vermelho e laranja.
Lua Negra - A transformação - A Lua Negra corresponde aos 3 últimos dias da Lua minguante. Ela é chamada dessa forma porque nesse momento não somos capazes de enxergar a Lua, ela não reflete o Sol, ela está em seu estado natural, sendo a Sombra. A noite torna-se escura e completamente sombria, negra. É necessário saber que esse não é um período negativo ou impróprio para magias, pelo contrario, é um momento maravilhoso para os trabalhos mágicos, somente é necessário possuir experiência para faze-los. Sua cor, obviamente, é o preto podendo conter tons de roxo. Você deve espalhar por todo o local símbolos, imagens ou objetos que lembrem tudo aquilo que você tem medo, receio ou que de alguma forma prejudica sua liberdade e paz interior. Os rituais são voltados para transformação, especialmente dos medos, para o equilíbrio e controle de todas as forças internas que nos prejudicam. É o ultimo que um inexperiente deve celebrar, pois antes de enfrentar nossos medos, de encarar nossos desequilíbrios, nossos erros e transtornos psicológicos, precisamos conhecer cada um desses problemas profundamente, de forma séria e madura. Precisamos ver de onde eles vêm, o que os alimentam, porque eles se mantêm e porque aumentam.
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18 de mar. de 2015
DATA E HORA DOS EQUINÓCIOS E SOLSTÍCIOS DE 2015 A 2020 NOS HEMISFÉRIOS SUL E NORTE
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HEMISFÉRIO SUL
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Ano
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Solstício de Inverno
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Solstício de Verão
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Equinócio do Outono
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Equinócio da Primeira
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2015
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Jun 21 2015 16:38 GMT
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Dez 22 2015 04:38 GMT
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Março 20 2015 22:45 GMT
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Set 23 2015 08:20 GMT
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2016
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Jun 20 2016 22:34 GMT
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Dez 21 2016 10:44 GMT
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Março 20 2016 04:30 GMT
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Set 22 2016 14:21 GMT
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2017
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Jun 21 2017 04:24 GMT
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Dez 21 2017 16:28 GMT
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Março 20 2017 10:28 GMT
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Set 22 2017 20:02 GMT
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2018
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Jun 21 2018 10:07 GMT
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Dez 21 2018 22:22 GMT
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Março 20 2018 16:15 GMT
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Set 23 2018 0154 GMT
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2019
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Jun 21 2019 15:54 GMT
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Dez 22 2019 04:19 GMT
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Março 20 2019 21:58 GMT
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Set 23 2019 07:50 GMT
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2020
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Jun 20 2020 21:43 GMT
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Dez 21 2020 10:02 GMT
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Março 20 2020 03:49 GMT
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Set 22 2020 13:30 GMT
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HEMISFÉRIO NORTE
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Year
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Summer Solstice
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Winter Solstice
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Spring Equinox
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Autumn Equinox
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2015
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June 21 2015 16:38 GMT
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December 22 2015 04:38 GMT
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March 20 2015 22:45 GMT
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September 23 2015 08:20 GMT
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2016
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June 20 2016 22:34 GMT
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December 21 2016 10:44 GMT
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March 20 2016 04:30 GMT
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September 22 2016 14:21 GMT
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2017
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June 21 2017 04:24 GMT
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December 21 2017 16:28 GMT
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March 20 2017 10:28 GMT
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September 22 2017 20:02 GMT
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2018
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June 21 2018 10:07 GMT
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December 21 2018 22:22 GMT
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March 20 2018 16:15 GMT
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September 23 2018 0154 GMT
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2019
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June 21 2019 15:54 GMT
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December 22 2019 04:19 GMT
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March 20 2019 21:58 GMT
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September 23 2019 07:50 GMT
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2020
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June 20 2020 21:43 GMT
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December 21 2020 10:02 GMT
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March 20 2020 03:49 GMT
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September 22 2020 13:30 GMT
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16 de mar. de 2015
MABON
21 DE MARÇO NO HEMISFÉRIO SUL - 21 DE SETEMBRO NO HEMISFÉRIO NORTE
Este é o segundo dos Festivais da Colheita a segunda colheita do ano. As plantações, aos poucos, vão desaparecendo, enquanto os estoques se enchem.
Derrama-se leite sobre a terra para agradecer por sua fertilidade e bondade. O Altar deve ser enfeitado com as sementes que renascerão na primavera e o chão, forrado com folhas secas.
A fraqueza do Deus já se faz sentir, está agonizando e logo morrerá.
Período Negro do ano se aproxima aos poucos. É uma data especial para invocarmos espíritos familiares, guardiães e antepassados, para pedir ajuda e aconselhamento no período mais negro da Roda, que em pouco tempo se fará presente.
Agora, nos fechamos, e nossos corações voltam-se para nós mesmos.
No Panteão Celta, Mabon, também conhecido como Angus, era o Deus do Amor. Nessa noite devemos pedir harmonia no amor e proteção para as pessoas que amamos. Devemos, ainda, pedir pelos que estão doentes e pelas pessoas mais velhas, que precisam de nossa ajuda e conforto.
Também é nesse festival que homenageamos as nossas Antepassadas Femininas, queimando papéis com seus nomes no Caldeirão e lhes dirigindo palavras de gratidão e bênçãos.
COMEMORANDO O MABON
Decore o altar com cones, ramos de Carvalho, Pinho e Cipreste, espigas de milho, raminhos de trigo, e outras frutas e cones. Também coloque uma pequena cesta rústica com folhas secas de várias cores e formatos.
Prepare o altar, acenda as velas e o incenso e crie o círculo.
Invoque a Deusa e o Deus. De pé diante do altar, erguendo a cesta com folhas, espalhe lentamente para que caiam no solo dentro do círculo, entoando palavras como as que se seguem:
"Folhas caem e o dia esfria.
"Folhas caem e o dia esfria.
caminha em direção ao oeste
envolto no frescor da noite.
As frutas amadurecem e as semente caem.
As frutas amadurecem e as semente caem.
As horas do dia e da Noite se equilibram.
Ventos frios sopram do norte num lamento.
Nesta aparente extinção do poder da natureza,
Ventos frios sopram do norte num lamento.
Nesta aparente extinção do poder da natureza,
Ó Deusa Abençoada,
eu sei que a vida continua,
pois não há vida sem morte.
Abençoado seja, ó Deus caído,
enquanto viaja para as terras do inverno
e para os braços amorosos da Deusa."
eu sei que a vida continua,
pois não há vida sem morte.
Abençoado seja, ó Deus caído,
enquanto viaja para as terras do inverno
e para os braços amorosos da Deusa."
Depois erga a cesta e diga:
"Ó Graciosa Deusa da fertilidade, semeei e colhi os frutos de meus atos, bons e ruins.
Conceda-me a coragem para plantar sementes de prazer no ano vindouro, afastando a miséria e o ódio.
Luminosos seres da noite ensinam-me os segredo de uma existência sábia neste planeta"
Faça trabalhos de magia se necessários.Celebre um banquete Simples.O circulo está desfeito.
ERVAS TÍPICAS DO EQUINÓCIO DE OUTONO - MABON
Áster, Madressilva, Malmequer, Mirra, Folhas de Carvalho, Flor de Maracujá, Avelã, Milho, Álamo, Feixes de Trigo e Cones de Cipreste.COMIDAS TÍPICAS DO EQUINÓCIO DE OUTONO - MABON
Pão de Milho, Milho, Abóbora e feijões cozidos e Leite.
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3 de fev. de 2015
BLESSED LAMMAS
(01 de Agosto) H. Norte / ( 01 de Fevereiro) H. Sul
Este é o primeiro dos três Sabbaths da colheita. O Deus já dominou o mundo das trevas e agora passará por leves mudanças, seu poder está declinando com o passar dos dias. Por isso, o honramos e agradecemos pela energia dispensada sobre as colheitas.
O dia é comumente associado a Lugh, Deus Celta do Sol. Lughnasad era tipicamente uma festa agrícola, onde se agradecia pela primeira colheita do ano. Lugh é o Deus Sol. na Mitologia Celta, ele é o maior dos guerreiros, que derrotou os Gigantes, que exigiam sacrifícios humanos do povo.
A tradição pede que sejam feitos bonecos com espigas de milho ou ramos de trigo representando os DEUSES , que nesse festival são chamados Senhor e Senhora do Milho. Nessa data deve-se agradecer a tudo o que colhemos durante o ano, sejam coisas boas ou más, pois até mesmo os problemas são veículos para a nossa evolução.
O outro nome do Sabát é Lammas, que significa "A Massa de Lugh". Isso se deve ao costume de se colher os primeiros grãos e fazer um pão que era dividido entre todos. Os membros do Coven devem fazer um pão comunitário, que deverá ser consagrado junto com o vinho e repartido dentro do círculo.
O primeiro gole de vinho e o primeiro pedaço de pão devem ser jogados dentro do Caldeirão, para serem queimados juntamente com papéis, onde serão escritos os agradecimentos, e grãos de cereais.
O boneco representando o Deus do milho também é queimado, para nos lembrar de que devemos nos livrar de tudo o que é antigo e desgastado para que possamos colher uma nova vida. O Altar é enfeitado com sementes, ramos de trigo, espigas de milho e frutas da época.
Coloque sobre o altar feixes de trigo, cevada ou aveia, frutas e pães, talvez um pão no formato do Sol ou de um homem para representar o Deus. Bonequinhas de milho, simbolizando a Deusa, também podem estar presentes. Arrume o altar, acenda as VELAS e o INCENSO , abra o círculo. Invoque a Deusa e o Deus. De pé diante do altar, erguendo os feixes de grãos diga estas palavras ou palavras semelhantes.
"Agora é o período da Primeira Colheita,
Quando a fartura da natureza se dá para nós,
Para que possamos sobreviver.
Ó Deus dos campos maduros, Senhor dos Grãos,
Conceda-me a compreensão deste sacrifício
Enquanto se prepara para se entregar à foice da Deusa
E partir para a TERRA do eterno verão.
Ó Grande Deusa da lua Nova,
Ensine-me os segredos do renascimento
Enquanto o Sol perde sua força e as noites se tornam frias."
Esfregue as pontas do trigo para que os grãos caiam sobre o altar. Erga um pedaço de fruta morda-o, saboreando seu gosto, e diga:
"Eu partilho da primeira colheita,
mesclando suas energias Com as minhas
para que possa continuar minha busca
pela sabedoria das estrelas E pela perfeição.
Ó Senhora da Lua e Senhor do Sol,
Graciosos perante os quais as estrelas interrompem sua trajetória,
Eu ofereço meus agradecimentos pela fertilidade continua da Terra.
Que o Grão pendente libere suas semente
para que sejam enterradas No seio da Mãe,
assegurando o renascimento no calor da primeira vindoura."
Consuma o restante da fruta. Trabalhos de magia se necessários, podem ser praticados. Celebre um Banquete Simples. O círculo é desfeito.
ERVAS TÍPICAS DO LUGHNASADH
Flores de Acácia, Aloé, Talo de milho, olíbano, Girassol, Trigo, Maça Verde, Uva, Pêra, Groselha, Abrunho e Urze.
COMIDAS TÍPICAS DO LUGHNASADH
Pães, Amoras pretas e outras frutinhas, frutos do Carvalho (já livres de seu veneno), Maçãs Verdes, Frutas da época e Vinho de Uva.
2 de fev. de 2015
BLESSED IMBOLC
O CRESCIMENTO DA LUZ
(Imbolg, Oimelc, Candlemas,
Treguenda Lupercalia)
HS: 01°/02 de Agosto HN:
01°/02 de Fevereiro
Este Sabbath originou-se na
antiga Irlanda, nas comemorações da Deusa Brighid, Brigid ou Brigith,
homenageada como a "Noiva do Sol". Apesar de estarem no auge do inverno,
este festival era dedicado ao aumento da luz e ao despertar das sementes
enterradas na terra congelada. Na Roda do Ano, Imbolc é o oposto de Lughnasadh
e festeja a Deusa como Donzela.
Imbolc ocorre seis semanas
após Yule, simbolizando a recuperação da Deusa após o parto da criança solar e
sua transformação em Donzela jovem e cheia de vigor. A Igreja Católica
aproveitou o antigo significado pagão e transformou esta data na festa da
Candelária, a Purificação de Maria. A própria Deusa Brighid foi cristianizada
como Santa Brígida e seu santuário foi transformado em um mosteiro de monjas.
Brigidh ou Bride
(pronuncia-se Bríd), era uma Deusa Tríplice, regente da Inspiração (arte,
criatividade, poesia e profecia), da cura (ervas, medicina, cura espiritual e
fertilidade) e da Metalurgia (ferreiros, ourives e artesãos). Por ser uma Deusa
do Fogo, era homenageada com fogueiras, rodas solares, coroas de velas e
rituais que despertavam ou ativavam o Fogo Criador. As lendas celtas
descrevem-na como a Deusa em sua apresentação de Donzela tocando, com seu
Bastão Mágico, a terra congelada pelo Cajado da Anciã, despertando-a para a
vida e aumentando a luz do dia.
O Sabbath Imbolc, cujo nome
significa "apressar-se", celebrava o aumento da luz e a derrota do
inverno. Na véspera, todos os fogos e luzes eram apagados para serem reacesos,
ritualisticamente, com as brasas das fogueiras dedicadas a Brigith.
Neste dia, com a comemoração
do Disting, os povos nórdicos "enterravam" a negatividade e as
agruras do inverno, acendendo fogueiras nas encruzilhadas e purificavam a
terra, salpicando sal e cinzas sobre ela.
A versão romana deste
Sabbath (que originou a Treguenda relativa na Bruxaria Italiana) era a
Lupercália e os alegres festejos para as Deusas Frebua, Diana e Vênus.
Na maioria das Tradições da
Wicca, nesta data, são feitas as Iniciações dos novos adeptos e as Confirmações
das Sacerdotisas. Por ser Brigith uma Deusa da cura, padroeira das Fontes
Sagradas, ela era invocada nos rituais de purificação e cura, sendo reverenciada
nas Fontes a ela consagradas. Até hoje, em certos lugares da Grã-Bretanha e
Irlanda, as pessoas amarram fitas ou pedaços de roupas nas árvores próximas às
antigas Fontes Sagradas, atualmente dedicadas a Maria ou às santas católicas,
orando para obter a cura de seus males.
A atmosfera deste festival é
marcada pelo despertar das sementes, dos novos planos e novos projetos, pela
iniciação em um caminho espiritual ou em novas oportunidades, pela aceleração e
renovação das energias, pela purificação e pelo renascimento material ou
espiritual, pela busca de presságios e pela preparação para sua realização.
Imbolc é uma data propícia
para despertar a criatividade e abrir-se para a inspiração por meio da poesia,
canções, narrativas, desenho, cerâmica ou dança.
Fonte: FAUR, Mirella. O
Anuário da Grande Mãe: guia prático de rituais para celebrar a Deusa - São
Paulo: Gaia, 1999.
O CRESCIMENTO DA LUZ
(Imbolg, Oimelc, Candlemas,
Treguenda Lupercalia)
HS: 01°/02 de Agosto HN:
01°/02 de Fevereiro
Este Sabbath originou-se na
antiga Irlanda, nas comemorações da Deusa Brighid, Brigid ou Brigith,
homenageada como a "Noiva do Sol". Apesar de estarem no auge do inverno,
este festival era dedicado ao aumento da luz e ao despertar das sementes
enterradas na terra congelada. Na Roda do Ano, Imbolc é o oposto de Lughnasadh
e festeja a Deusa como Donzela.
Imbolc ocorre seis semanas
após Yule, simbolizando a recuperação da Deusa após o parto da criança solar e
sua transformação em Donzela jovem e cheia de vigor. A Igreja Católica
aproveitou o antigo significado pagão e transformou esta data na festa da
Candelária, a Purificação de Maria. A própria Deusa Brighid foi cristianizada
como Santa Brígida e seu santuário foi transformado em um mosteiro de monjas.
Brigidh ou Bride
(pronuncia-se Bríd), era uma Deusa Tríplice, regente da Inspiração (arte,
criatividade, poesia e profecia), da cura (ervas, medicina, cura espiritual e
fertilidade) e da Metalurgia (ferreiros, ourives e artesãos). Por ser uma Deusa
do Fogo, era homenageada com fogueiras, rodas solares, coroas de velas e
rituais que despertavam ou ativavam o Fogo Criador. As lendas celtas
descrevem-na como a Deusa em sua apresentação de Donzela tocando, com seu
Bastão Mágico, a terra congelada pelo Cajado da Anciã, despertando-a para a
vida e aumentando a luz do dia.
O Sabbath Imbolc, cujo nome
significa "apressar-se", celebrava o aumento da luz e a derrota do
inverno. Na véspera, todos os fogos e luzes eram apagados para serem reacesos,
ritualisticamente, com as brasas das fogueiras dedicadas a Brigith.
Neste dia, com a comemoração
do Disting, os povos nórdicos "enterravam" a negatividade e as
agruras do inverno, acendendo fogueiras nas encruzilhadas e purificavam a
terra, salpicando sal e cinzas sobre ela.
A versão romana deste
Sabbath (que originou a Treguenda relativa na Bruxaria Italiana) era a
Lupercália e os alegres festejos para as Deusas Frebua, Diana e Vênus.
Na maioria das Tradições da
Wicca, nesta data, são feitas as Iniciações dos novos adeptos e as Confirmações
das Sacerdotisas. Por ser Brigith uma Deusa da cura, padroeira das Fontes
Sagradas, ela era invocada nos rituais de purificação e cura, sendo reverenciada
nas Fontes a ela consagradas. Até hoje, em certos lugares da Grã-Bretanha e
Irlanda, as pessoas amarram fitas ou pedaços de roupas nas árvores próximas às
antigas Fontes Sagradas, atualmente dedicadas a Maria ou às santas católicas,
orando para obter a cura de seus males.
A atmosfera deste festival é
marcada pelo despertar das sementes, dos novos planos e novos projetos, pela
iniciação em um caminho espiritual ou em novas oportunidades, pela aceleração e
renovação das energias, pela purificação e pelo renascimento material ou
espiritual, pela busca de presságios e pela preparação para sua realização.
Imbolc é uma data propícia
para despertar a criatividade e abrir-se para a inspiração por meio da poesia,
canções, narrativas, desenho, cerâmica ou dança.
Fonte: FAUR, Mirella. O
Anuário da Grande Mãe: guia prático de rituais para celebrar a Deusa - São
Paulo: Gaia, 1999.
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